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sexta-feira, 5 de junho de 2020

A falsa sensação de que na pandemia a violência acabou - Dicas de como se prevenir



Com as famílias em casa e as empresas fechadas por causa da pandemia e um grande uso dos serviços de entrega, o número de roubos, invasões e arrombamentos (e até mesmo a violência física) podem vir a aumentar. Tudo isso além do fato deu que alguns condenados, para controlar a disseminação do corona vírus, estão sendo soltos.

As estimativas mais pessimistas para o futuro são de que o Brasil pode vir a ter mais milhões e milhões de desempregados, sendo assim, um maior risco de aumento na violência.

Nos noticiários a predominância de notícias sobre a epidemia e suas consequências acabou diminuindo as informações ligadas a violência e falta de segurança, e o distanciamento social dão a falsa sensação de que estes problemas diminuíram e até de que cessaram. Porém, criminoso não faz quarentena. Essa quedas nas notícias nada tem a ver com redução na criminalidade.

Portanto a atenção de cada um com relação a sua proteção deve ser ainda maior, pois os crimes podem ficar mais violentos com os criminosos rendendo as pessoas em suas próprias casas.

Abaixo seguem algumas dicas para sua segurança durante esse período:

  • Nas empresas teste os sistemas de segurança (câmeras, alarmes), entre em contato com a empresa de monitoramento para ter certeza de que tudo esteja funcionando. Reveja e atualize a lista de pessoas que tem acesso ao local.
  • Nas residências também teste seu sistema de segurança. Principalmente o botão de pânico. E peça uma manutenção caso verifique que não está funcionando.
  • Atualize sua senha ou palavra-chave para a empresa de monitoramento ter certeza de que está falando com o proprietário ou responsável ao ligar para o local
  • Nos condomínios aumentou o número de entregas, por isso é preciso redobrar os cuidados. Reveja os protocolos de acesso, oriente os funcionários, verifique o sistema de segurança e a segurança perimetral e teste o botão de pânico (se não tiver botão de pânico é importante instalar um). Muita atenção e cuidado nas áreas comuns.
  • Para os idosos é muito importante ter em casa fácil acesso a um botão de pânico para terem atendimento rápido no caso de uma emergência. E, além da segurança, os sistemas de proteção eletrônica podem servir para aproximar os mais novos dos seus parentes mais idosos, já que, através do monitoramento por câmeras poderão acompanhá-los através das imagens mesmo nesse momento em que muitos estão sendo obrigados a se manterem distantes de seus querido avós.

A Up Logos com 20 anos de atuação no mercado de segurança eletrônica e prestação de serviços de portaria e limpeza está totalmente apta a ajuda-los e orientá-los sobre como tornar seu ambiente mais seguro nesse momento de pandemia. E, lógico, a qualidade de nossos serviços e equipamentos, serão úteis para muito mais além depois que tudo isso acabar.
Entre em contato conosco e peça uma orientação.
Up Logos
11 2094 6613
11 96671 9027
Elcio Estevam - Consultor


quinta-feira, 4 de junho de 2020

Crescer o consumo para crescer o país pós pandemia


PEQUIM (Reuters) - As autoridades chinesas esperam alcançar crescimento econômico este ano por meio do consumo e investimentos em alta tecnologia... disse um influente economista chinês de um dos principais institutos de pesquisa do país....

Apesar de haver uma relação estreita e forte entre o consumismo, a sociedade e o meio ambiente (Isso porque para atender a demanda da produção e do consumo é necessário retirar matérias-primas da natureza, fabricar e transportar materiais, fazer grande uso de energia elétrica e de água, e tudo isso gera emissão de gases poluentes, degradação e devastação ambiental, poluição geral e, consequentemente, a destruição de ecossistemas) o Brasil pós pandemia vai depender muito do consumo das pessoas para retomar o crescimento e os empregos.

Os governos, empresas e a mídia vão precisar tirar das pessoas o medo da crise para que ela não se prolongue ainda mais. A mensagem deverá ser que “agora acabou, podem voltar a comprar”, e fazer as pessoas entenderem que se tiverem receio de sair as compras com medo do desemprego ou de uma grande duração da crise, aí sim ela realmente vai perdurar.

Comprar, com moderação, claro. Mas, dentro das possibilidades de cada um, o consumidor brasileiro pode ajudar o país com cada item que ele adquirir ou serviço que ele contratar, principalmente dentro dos seus próprios bairros e regiões.

Apesar de a renda do brasileiro, infelizmente, ser muito desproporcional e mal distribuída, cada um vai ter que fazer um esforço para não perde-la ou tê-la reduzida por muito tempo.

Elcio Estevam